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segunda-feira, 29 de março de 2021

Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos

 

Meu Deus!

Eu creio, adoro, espero e amo-Vos.

Peço-Vos perdão pelos os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam. 

Ó Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo! 





sábado, 27 de fevereiro de 2021

CONSELHO DE UMA SÁBIA, Enza Patrian

CONSELHO DE UMA SÁBIA 

⠀⠀
“Cura-te minha filha com a luz do sol e os raios da lua.
Com o som do rio e da cachoeira.
Com o ir e vir do mar e com o flutuar dos pássaros.
⠀⠀
Cura-te minha filha, com folhas de hortelã, com óleo de nim e eucalipto.
⠀⠀
Adoça-te com lavanda, alecrim e camomila.
Abraça-te com o grão de cacau e um toque de canela.
Coloca amor no chá em vez de açúcar e tomá-lo olhando as estrelas.
⠀⠀
Cura-te minha filha, com os beijos que te da o vento e os abraços da chuva.
Torna-te forte com os pés descalços na terra e com tudo o que nasce nela.
⠀⠀
Torna-te mais inteligente todos os dias ouvindo a tua intuição, olhando o mundo com o olho da fronte.
Salta, dança, canta para viver mais feliz.
⠀⠀
Cura-te minha filha com a beleza do amor e lembra-te sempre …
tu es o teu remédio…
”
⠀⠀


 

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Oração à Virgem Maria de Pedro Siqueira

 


Que a sua presença 
se faça agora ao nosso lado.
Que possamos sentir
neste exato momento,
o teu perfume de rosas.

O perfume do rosário
que a Senhora carrega sempre
nas mãos.
Sejamos agora Santa Mãezinha,
cobertos com o teu manto
de paz e amor.

E que este manto guarde a nós 
e a nossa família 
todos os dias e sempre.







terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Começa o teu dia - Joanna de Angelis


Amanhecendo começa o teu dia com alegria renovada e sem passado negativo, enriquecido pelas experiências que te constituirão recurso valioso para a vitória que buscas - Joanna de Angelis



 

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Salmo 121


1. Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro?

2. O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.

3. Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não dormitará.

4. Eis que não dormitará nem dormirá aquele que guarda a Israel.

5. O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua mão direita.

6. De dia o sol não te ferirá, nem a lua de noite.

7. O Senhor te guardará de todo o mal; ele guardará a tua vida.

8. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.

 


 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Terço da Misericórdia

Horário: De preferência rezar às 15 horas que é a hora da misericórdia, mas não é obrigatório. Se não puder reze a qualquer hora, todos os dias.


Inicie rezando


Fazer o sinal da Cruz. Amém!



Comece a rezar o terço da misericórdia com:

01 Pai-Nosso…
01 Ave-Maria… e
01 Creio…

Nas contas do Pai-Nosso, reza-se:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, a Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro.

Nas contas das Ave-Marias, reza-se:

Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. (10 vezes)

Ao fim do terço, reza-se:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.



 Origem do terço, de José Gomes

A origem do terço da divina misericórdia remonta ao ano de 1935, mais propriamente ao dia 14 de setembro, dia da Festa de Exaltação da Santa Cruz. Foi nessa data que Jesus apareceu à religiosa polonesa, Faustina Kowalska (que, entretanto, foi canonizada no ano de 2000 e invocada desde então como Santa Maria Faustina do Santíssimo Sacramento) e lhe pediu que propagasse a Misericórdia.

Antes de mais, é necessário recuar no tempo e contextualizar essa época. Vivia-se uma era de grandes convulsões e agitações sociais. Estávamos nas vésperas da Segunda Guerra Mundial, que mudaria o mundo. Logo no ano seguinte a Alemanha iniciava os seus planos expansionistas e na Espanha rebentava a guerra civil que resultaria em milhares de perdas humanas. Os regimes totalitários tomavam conta da Europa e isso traria resultados devastadores à Europa em particular e a todo o mundo em geral, como é do conhecimento.

Eram tempos de crise de valores humanistas e a própria Santa Faustina descrevia no seu Diário como se sentia impotente em interceder pela humanidade e os seus respectivos pecados. E foi assim que Jesus surgiu em resposta às suas prevês, com os ensinamentos de uma oração de súplica para aplacar a ira divina.

Há quase um século atrás, Jesus ensinava assim a Santa Faustina uma oração de valor infinito, em que Jesus nos une espiritualmente ao Seu próprio Sacrifício, levando-nos a uma conciliação com o Pai Celestial. Ao nos acolher e lavar-nos dos nossos pecados no Seu Coração Misericordioso e no Seu Sangue, Jesus dá-nos dignidade para nos apresentar ao Pai.

Sabemos que a história é circular e que se repete. Os exemplos são mais do que muitos e estão aí para o provar. Por isso, o Calvário não é algo do passado, algo estanque que aconteceu há 2 mil séculos atrás. Basta olharmos para os dias de hoje e como encontramos ecos desse passado nos dias de hoje, com as políticas segregadoras que continuam a proliferar, o xenofobismo e o racismo que vão aumentando de tom nos países ocidentais e a crise social que se agudiza lado a lado com a crise financeira e económica.

Enquanto a Humanidade insistir nos seus erros e pecados, a Crucificação continuará a ser real. E bem real! Por isso, as Chagas de Cristo continuam abertas e o Sangue de Jesus continuará a ser derramado sobre as nossas almas pecadoras.

O terço da misericórdia permite-nos oferecer a Deus o Seu filho em expiação dos nossos próprios pecados, dos daqueles que nos são próximos e os de todo o mundo. Obviamente que esta oração não pode substituir nunca o arrependimento mais honesto, que se consegue através da confissão, mas faz parte de um processo de conversão tanto pessoal quanto coletiva, que deve ser constante e regular na nossa vida de devoção católica.

O terço da misericórdia é, por isso, uma obra espiritual. Deve ser rezado regularmente, de acordo com o pedido de Jesus à Santa Faustina, assim como na novena em preparação para a Festa da Misericórdia. Para quem o faz com frequência, Jesus deixa a promessa da sua benevolência. “Oh! Que grandes graças concederei às almas que recitarem este Terço“, lemos nós no Diário de Santa Faustina. Além disso, promete ainda assistência na hora da morte, assim como compaixão para com toda a Humanidade.

Finalmente, Jesus promete ainda a quem rezar o terço da divina misericórdia frequentemente a graça da paz e da conversão aos pecados, assim como o socorro aos agonizantes na hora da morte. Este terço é, portanto, uma espécie e tábua de salvação até para os pecadores mais endurecidos, na sua hora decisiva. E com isso receberemos graças extraordinárias.

É esta a origem desta oração, que além da sua mensagem e valor indesmentível, tem ainda a vantagem de ser muito simples e bastante breve de se rezar. Como alguém referiu, um tempo tão curto para graças tão grandes.




“Quando rezarem esse terço junto aos agonizantes, Eu me colocarei entre o Pai e a alma agonizante, não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso.”














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